Entre idas e vindas pelo Centro de Fortaleza: mobilidade e segurança a partir da visão de um “centreiro”

Há cinco anos, o historiador e cineasta Luís Carlos Saldanha Ribeiro desenvolveu o hábito de andar pelo Centro de Fortaleza com um olhar mais apurado, buscando ver personagens, lugares e situações que passariam batido numa caminhada menos reflexiva e atenta. Segundo ele, não se tratavam apenas de caminhadas, mas de trabalhos orientados a partir daquele espaço como aulas de campo e trabalhos em audiovisual em que o Centro aparece como protagonista. Durante essas andanças, o termo flâneur surgiu a partir de leitura de autores como Charles Baudelaire, João do Rio e Walter Benjamin.
Aproveitando a semana de aniversário de Fortaleza, fizemos algumas perguntas ao “Centreiro” no Instagram relativas à violência urbana e à segurança pública no Centro de Fortaleza.